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terça-feira, 1 de abril de 2008

Bolsistas Prouni



Bolsas e estágios beneficiam segundo semestre de 2008
Folha/Educação

Uma portaria assinada neste sábado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, estabelece a possibilidade de financiamento da parte não coberta pelo ProUni (Programa Universidade para Todos). O benefício cobre 50% do valor da mensalidade e, com a medida, o estudante poderá financiar os outros 50%.
A assinatura do documento ocorreu em Nova Iguaçu (RJ), em encontro do ministro com o prefeito Lindberg Farias (PT) e alunos beneficiados pelo programa no Fórum Mundial da Educação. Para entrar em vigor o decreto precisa ser publicado no 'Diário Oficial da União', o que deve ocorrer na terça-feira (1º).
A medida valerá a partir do segundo semestre deste ano, uma vez que o processo seletivo para o primeiro semestre já foi feito.
No primeiro semestre de 2008, o processo seletivo do ProUni ofereceu 106.048 bolsas de estudos. Dados do ministério da Educação apontam que só no Estado do Rio são 29.546 alunos com bolsas do ProUni, dos quais, 26.454 com bolsas integrais e 3.092 com bolsas de 50%.
Estágio
Durante o evento, a presidente da Caixa, Maria Fernanda Coelho, anunciou a abertura de 2.000 vagas de estágio para bolsistas do ProUni. A proposta é que o aluno faça estágio de cinco horas por dia, de segunda a sexta-feira, e receba uma bolsa de R$ 475 por mês.
O estágio será oferecido aos alunos que cursam o quinto semestre do curso. O estágio tem duração de um a dois anos e será feito nas áreas do banco que cuidam de recursos humanos, marketing, contabilidade e setor jurídico.
Link de consulta:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u387127.shtml

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segunda-feira, 24 de março de 2008

Municípios x Educação

Fórum reúne secretários e gestores de educação

Rondonistas e interessados em contribuir para transformar a educação básica podem inteirar-se do que está sendo discutido no 3º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação. O endereço do Fórum é http://www.undime.org.br/htdocs/index.php?id=4748.

Veja Matéria de hoje no site do MEC:
O ministro da Educação, Fernando Haddad, participou nesta segunda-feira, dia 24, em Brasília, da abertura do 3º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação. O evento, organizado pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), termina no dia 27.

O fórum reúne secretários e gestores de educação dos municípios brasileiros com o objetivo de buscar soluções para transformar a educação básica do país, além de divulgar as experiências municipais que contribuem para a melhoria da qualidade do ensino.
Para o ministro Fernando Haddad, o clima de cooperação entre a União, estados e municípios e a aproximação do MEC com as redes municipais são os fatores que permitiram que as 40 medidas do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) estejam em andamento. “Temos a adesão dos 27 estados e de 5,3 mil municípios”, destacou Haddad. No entanto, ele ressaltou que o cumprimento das metas do PDE depende de três fatores: aumento de recursos — dos 4% atuais para 6 ou 7% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação; melhoria de gestão, que inclui entre outras medidas a valorização dos professores; e a utilização das avaliações em curso, Prova Brasil, Ideb, entre outras, para a definição de políticas públicas que auxiliem os sistemas de educação.
Pesquisa — Nesta terça-feira, dia 25, durante o fórum, será apresentada a publicação Redes Municipais de Aprendizagem – boas práticas de municípios que garantem o direito de aprender. A pesquisa identificou boas práticas de redes municipais de ensino espalhadas em todo o território nacional. Foram visitados 37 municípios que tiveram bons resultados de aprendizagem medidos pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Para o ministro, os municípios com baixos índices de desenvolvimento da educação básica (Idebs) têm que aprender com as experiências daqueles que conseguiram alcançar um bom desempenho, por meio de práticas pedagógicas diferenciadas. “Temos que parar de pensar em médias , somente em médias. Sabemos que o país tem uma enorme disparidade, mas temos que dar visibilidade aos municípios que têm um bom desempenho”, disse o ministro.
Segundo Haddad, escolas que trabalham em rede funcionam melhor, pela troca de experiências, pelo sentido de comunidade e pelo caráter público que elas adquirem.
De acordo com a presidente da Undime, Justina Iva de Araújo Silva, as redes foram escolhidas pelo Ideb e pelos indicadores sociais e econômicos desfavoráveis. “A tendência é divulgar os aspectos negativos. Com a pesquisa, queremos fazer o contrário, socializar as boas práticas”, disse Justina Iva.
O estudo é um trabalho conjunto do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Ministério da Educação, por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), elaborado no período de outubro a novembro de 2007.

Link da matéria:


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